Inspirada no texto da dramaturga Ísis Baião, a peça tem direção e adaptação de Letícia Araújo e mergulha nas crises cotidianas e existenciais de Dora, uma mulher à beira do colapso.
Desempregada e presa a um casamento sufocante com Eduardo, um jornalista alcoólatra e apático, Dora ainda convive, literalmente, com a presença constante e controladora de sua mãe, mesmo após a morte da matriarca.
Com estética grotesca, humor ácido e uma crítica social provocativa, “Casa de Penhores” conduz o público a refletir sobre os limites entre a sobrevivência e o verdadeiro ato de viver. “Até que ponto estamos vivos? Ou apenas resistindo à morte um pouco por dia?”, questiona o texto, em tom irônico e desconcertante.






Adaptado e inspirado a partir da dramaturgia “A Casa de Penhores”, de Ísis Baião.
Direção e adaptação dramatúrgica, concepção de cenografia: Letícia Araújo
Elenco: Ana Clara Marques, Ana Laura Lopes, Luan Castro e Vinícius Sbampato
Iluminação: Isabella Saibert
Montagem de iluminação: Ismael Soares e Greicelle Souza
Orientação de visualidades: Daniel Ducato e Sávio Rocha
Maquiagem: Ana Laura Lopes
Figurino: Edsel Duarte
Técnico audiovisual: José Vitor Resende
Sonoplastia: Pedro Oliveira
Produção executiva: Ana Clara Marques, Ana Laura Lopes, Larissa Ferreira e Letícia Araújo
Comunicação: Ana Laura Lopes e Larissa Ferreira
Arte: Sabrina Arantes
Fotografia: Jebs Lima
Apoio: Centro Cultural UFMG, Laboratório de Iluminação Cênica e Cenografia, Eliezer Sampaio, Setor de Logística e Serviços Operacionais (SLOP), Waldislene Zinatelli Alvarenga Silva, Ronaldo Franco e Matheus Soares.
Agradecimentos: Elen de Medeiros, Ísis Baião, Bya Braga, Teatro Universitário, Colegiado da Graduação em Teatro e Jack Diniz.